quarta-feira, 28 de março de 2012

Homenagem ao grande escritor, cartunista e humorista Millôr Fernandes.

Revista dos anos 60 - Pif Paf criação de Millôr Fernandes

site: http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/

Alfabeto do mundo antigo.

Enoch - O alfabeto Enochiano apareceu primeiramente durante o século 16. Diz a lenda que o alfabeto e a língua de Enoque foram transmitidos pelos anjos, segue abaixo tal alfabeto:

Grego - De origem semítica, provem directamente do fenício arcaico. Todavia, ao adoptar este alfabeto, os gregos procederam a modificações importantes: fizeram-no regressar a uma escrita realizada da esquerda para a direita, transformando as vogais em letras especiais.
Fixado desde o prncípio do séc. V a.c., impôs-se a todo o mundo helénico pelo prestígio da cilização ática, sem sofrer grandes alteraçãoes.

Runico(Runas) - Do germânico runo, que significa secreto, aplica-se aos caracteres que os povos germânicos utilizaram antes da sua conversão ao cristianismo.
As Runas, quase todas gravadas sobre rochas ou túmulos, nunca serviram na prática literária. Cairam em desuso na Alemanha no séc. VIII e em Inglaterra no séc. X, logo que estes povos aderiram ao cristianismo e adoptaram a escrita latina. Manteve-se na Escandinávia até ao séc. XIV, podendo-se encontrar, em algumas províncias suecas, ainda no início do séc.XX, camponeses que sabiam ler as runas locais. Este alfabeto que deriva de uma mistura de letras gregas e latinas, parece ter sido inventado no início do séc.III d.c. pelos Godos instalados na costa Nordeste do Mar do Norte, na junção da civilização helénica com a romana.

Ogham - Ogham foi criado na Irlanda meridional, ao redor do começo da era Cristã, aproximadamente 500 a.C. Como foi inventado é um mistério mas alguns estudiosos acreditam que era baseado no entalha usado para contar o número das ovelhas ou gado em um rebanho. Ogham é escrito criando entalha na extremidade de uma pedra ou pedaço de madeira. As maiorias das inscrições escritas no alfabeto ogham são comemorativas em natureza.A maioria das inscrições de ogham podem ser encontradas na Irlanda e na Escócia, por um menos grau também podem ser achadas em Cornualha e no País Gales onde foram criadas pelos colonizadores ou invasores irlandeses que vieram para a Inglaterra em cera de 700 d.C. Inscrições em Cornualha e no País de Gales freqüentemente foram acompanhadas por inscrições latinas bilíngües.

Hieroglífos - foi utilizada no Egipto desde o séc. V a.c. ao séc. IV da nossa era. Na origem, cada signo reproduzia directa ou indirectamnete o objecto evocado, mas cedo os signos adquiriram um valor fonético que se sobrepôs ao valor ideográfico, sem contudo o substituir. Os hieróglifos serviam tanto as tradições profanas como sagradas tendo sido gravados em baixos ou altos relevos sobre uma matéria dura (pedra, madeira ou metal).

Tebano - A primeira notícia que nós temos no alfabeto do tebano é em um livro de Cornelio Agrippa em 1521, mas acredita-se que é muito mais antigo e implícito quanto indica Agrippa. A ausência de U/J/W sugere que o alfabeto do tebano está originado como uma figura latina antes do século XI e o W foi introduzido antes do século XV junto ao U e ao J. A origem das letras é misteriosa. O alfabeto do tebano parece ser ter alcançado os Wiccanos através de Gardner, que o reinventou.Atualmente é associado á religião Wicca e frequentemente é definido como "alfabeto das bruxas". O alfabeto do tebano é usado sempre para registos de talismãs e fórmulas mágicas; muitas bruxas usam-no a fim escrever seu nome no grimorio.A maior parte dos Wiccanos reconhece o alfabeto de Tebano, mas saber lê-lo normalmente é muito pouco comum.

Avestan - Idioma primo do Sâncrito, utilizada na antiga Pérsia, por Zoroastro em sua religião(Zoroastrismo).

Etrusco - Idioma utilizado entre os séculos VII e II a.c. por um povo cuja língua é de origem desconhecida e de difícil tradução. A civilização etrusca, formada na Toscânia, atingiu o seu apogeu no séc. V, sofrendo o seu declínio entre os séculos IV e I a.c., na sequência das invasões gaulesas e das conquistas romanas.
Apesar desta língua não poder ser fielmente catálogada na família indo-europeia ou pré-indo-europeia, nem em nenhuma outra família linguística até agora reconhecida, o seu alfabeto é semelhante a um alfabeto grego primitivo utilizado pelos Dórios da Sicília. As condições desta transmissão não foram até hoje esclarecidas.

Aramaico - O Aramaico é um idioma semítico falado desde 2000 A.C. no Arã e Síria, ele consiste em um grupo quase que totalmente extinto de dialetos semíticos originários do hebraico. Hoje é muito dificíl encontrar alguém que conheça aramaico.

Hebraico - Hebraico, é a língua oficial de Israel. O hebraico era a língua dos judeus adiantados, mas saiu de uso e foi substituído por Aramaico aproximadamente há 2.500 anos atrás. Hoje aproximadamente 5 milhão de pessoas falam o hebraico.

quarta-feira, 21 de março de 2012

A coleção Revista Belo Horizonte está disponível online.

A partir de agora, a Coleção Revista Belo Horizonte, digitalizada pelo Arquivo Público da Cidade, encontra-se disponível para consultas on-line. Os interessados na coleção poderão acessá-la pelo site do APCBH. A digitalização dos exemplares é uma medida realizada com o intuito de dar maior acesso à coleção e ajudar na sua conservação.

Os exemplares pertencentes ao APCBH são referentes ao período de setembro de 1933 a dezembro de 1947. A revista Belo Horizonte era publicada na própria capital, semanalmente, com conteúdo literário e noticioso. A publicação também traz contos, humor e reportagens sobre moda e sobre o Estado mineiro. O público alvo da revista eram pessoas interessadas em literatura e diversidades. Após algumas publicações, a revista passou a ser voltada mais para o público feminino. A distribuição da revista era restrita às cidades mineiras de maior expressão sócio-econômica naquela época, o que torna seus exemplares uma raridade.

Site da revista: 
http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/ecp/comunidade.do?evento=portlet&pIdPlc=ecpTaxonomiaMenuPortal&app=arquivopublico&tax=22039&lang=pt_BR&pg=6742&taxp=0&

domingo, 18 de março de 2012

Site sobre a expansão européia e colonizações.

https://sites.google.com/site/master0flul0historia0mlgc/Home/historia-da-expansao-portuguesa-e-europeia-2011-12/historia-da-expansao-europeia

sexta-feira, 16 de março de 2012

Contraditoriamente, ela é publicada pela Folha de S.Paulo, o jornal da famiglia Frias que apoiou entusiasticamente o golpe de 1964


A reportagem confirma a barbárie da ditadura militar.

vladimir herzog suicídio ditadura militar
Fotógrafo revela toda a verdade
Numa impactante reportagem na Folha de S. Paulo, o repórter Lucas Ferraz entrevista o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, autor da famosa foto do “suicídio” do jornalista Vladimir Herzog nas dependências do DOI-Codi, em outubro de 1975. Ele hoje mora em Los Angeles (EUA) e confessou que a foto foi mais uma das farsas da cruel ditadura militar que vitimou o Brasil de 1964 a 1985.
Pela primeira vez, o fotógrafo deu detalhes desta ação criminosa. Vale conferir alguns trechos da longa reportagem de capa:
Aluno do curso de fotografia da Polícia Civil de São Paulo, Silvaldo fez em 25 de outubro de 1975, aos 22 anos, a mais importante imagem da história do Brasil naquela década: a foto do corpo do jornalista Vladimir Herzog, pendurado por uma corda no pescoço, numa cela de um dos principais órgãos da repressão, o DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna).
Publicada na imprensa, a imagem corroborou a tese de que o “suicídio” de Herzog era uma farsa. No mesmo local, três meses depois, o mesmo fotógrafo testemunharia a morte do metalúrgico Manoel Fiel Filho. Assassinado sob tortura, ele também foi apresentado pelo regime como “suicida”…
A Folha localizou Silvaldo em Los Angeles, onde vive desde agosto de 1979, quando saiu de férias do cargo de fotógrafo do Instituto de Criminalística para nunca mais voltar. Pela primeira vez, ele contou detalhes sobre sua atuação na polícia técnica de São Paulo. “Ainda carrego um triste sentimento de ter sido usado para montar essas mentiras”, afirmou, por telefone.
(…)
Dezessete dias depois de iniciar o curso [na Academia de Polícia], Silvaldo foi convocado para a sua primeira “aula prática” no último fim de semana do mês. “Disseram apenas que era um trabalho sigiloso e que eu não deveria contar para ninguém. A requisição veio do Dops”, afirma.
O Departamento de Ordem Política e Social, o principal centro de repressão da Polícia Civil, estava sob a influência do delegado Sérgio Paranhos Fleury, que tinha livre trânsito na linha dura das Forças Armadas. Um motorista levou Silvaldo até um complexo na rua Tutoia, em São Paulo, cidade que até hoje ele diz não conhecer bem.
No Brasil de 1975, os “suicídios” nos porões da repressão eram quase uma rotina. Um deles foi o do tenente reformado da PM paulista e militante do PCB José Ferreira de Almeida, o Piracaia, que morreu após ser detido no DOI-Codi, em agosto. Segundo o relato oficial, Piracaia se enforcou amarrando o cinto do macacão à grade da cela.
Os “suicídios” eram fonte de discussão no governo Geisel (1974-79) e de atritos entre militares e o governador de São Paulo, Paulo Egydio Martins. Em 1975, segundo “Direito à Memória e à Verdade” (2007), livro editado pela Presidência da República, 14 militantes foram mortos por agentes do Estado.
A ditadura completava mais de uma década tendo aniquilado quase a totalidade da esquerda armada nas grandes cidades e engrossava a caçada aos militantes do Partido Comunista Brasileiro. Mais de 200 pessoas foram presas.
Entre os detidos na ofensiva contra o PCB estava Vladimir Herzog. Aos 38 anos, casado e pai de dois filhos, Vlado, como era conhecido, era diretor de jornalismo da TV Cultura. Profissional com experiência internacional e apaixonado por teatro, ele militava no partido, mas, segundo amigos, não exercia atividades clandestinas, nem poderia ser apontado como um quadro fixo do partido, que àquela altura já considerava a luta armada um grande erro.
Na sexta, 24 de outubro, Vlado foi procurado por agentes da repressão em casa e no trabalho. Decidiu se apresentar espontaneamente no DOI-Codi na manhã seguinte. Nas sete horas em que esteve detido na rua Tutoia, no Paraíso, onde ficava o centro do Exército, o jornalista prestou depoimento e passou por acareações. Segundo testemunhas, morreu após ser barbaramente torturado.
Quando Silvaldo chegou ao DOI-Codi para fotografar o cadáver de Herzog, a cena do “suicídio” estava montada. Numa cela, o corpo pendia de uma tira de pano atada a uma grade da janela. As pernas estavam arqueadas e os pés, no chão. Completavam o cenário papel picado (um depoimento que fora forçado a assinar) e uma carteira escolar.
Silvaldo chegou ali com uma Yashica 6×6 TLR, câmera tipo caixão, biobjetiva, com visor na parte de cima, semelhante a uma Rolleiflex. “Eu estava muito nervoso, toda a situação foi tensa. Antes de chegar na sala onde estava o corpo, passei por vários corredores”, conta ele.
“Havia uma vibração muito forte, nunca senti nada igual. Mas não me deixaram circular livremente pela sala, como todo fotógrafo faz quando vai documentar uma morte. Não tive liberdade. Fiz aquela foto praticamente da porta. Não fiquei com nada, câmera, negativo ou qualquer registro. Só dias depois fui entender o que tinha acontecido.”
Ele diz ter começado a montar o quebra-cabeça no domingo, quando o jornalista foi velado, ao descobrir que tinha fotografado o corpo de Vladimir Herzog. Depois, viu a foto no “Jornal do Brasil”, o primeiro veículo da imprensa a publicar a imagem, ainda em 1975. No início dos anos 80, a revista “Veja” a publicaria creditando o autor: “Silvaldo Leung Vieira, Depto. de Polícia Técnica, Secretaria de Segurança Pública, São Paulo, 1975″.
“Tudo foi manipulado, e infelizmente eu acabei fazendo parte dessa manipulação”, lamenta-se. “Depois me dei conta que havia me metido em uma roubada. Isso aconteceu, acho, porque eles precisavam simular transparência.”
(…)
Oitenta e quatro dias depois de fotografar o cadáver de Herzog, Silvaldo foi convocado para outra “aula prática” no DOI-Codi. Era janeiro de 1976, e ele ouviu as mesmas recomendações de que não falasse nada sobre o trabalho. Novamente, a ordem partira do Dops. O objetivo era forjar outra farsa: a morte do metalúrgico Manoel Fiel Filho, também “enforcado” nas dependências do Exército…
Segundo testemunhas Fiel Filho fora detido pelos agentes do DOI-Codi de sandálias e sem meias. “Fiz fotos do local onde o corpo foi encontrado, mas não me deixaram ver o cadáver. Antes de fotografá-lo, recebi uma ordem de que deveria deixar o local”, afirma Silvaldo. Assim como ocorreu na morte de Vlado, o 2º Exército, responsável pelo Estado de São Paulo, divulgou nota atestando o “suicídio”. Mas não houve publicidade da imagem do morto no DOI-Codi.
“Eu sabia que eles tinham feito merda, mas nessa segunda vez eu estava mais relaxado, fiz até um comentário: ‘Aqui acontecem coisas estranhas’”, lembra Silvaldo. “Um oficial do Exército que me acompanhava, que parecia ser muito jovem, me ameaçou: ‘É melhor ficar calado e não comentar nada. Se você não calar, a gente te cala’.”
(…)
Em abril de 1979, quando o país discutia a Lei da Anistia, Silvaldo recusou-se a participar de uma tarefa – da qual ele diz não se lembrar. Desde julho de 1976, já estava efetivado como fotógrafo da Polícia Civil de São Paulo, segundo seu registro funcional da Secretaria de Segurança Pública.
No documento, vê-se que passou pela delegacia de Santos, a de acidentes de trânsito e, por fim, a Darc, Delegacia de Arquivos e Registros Criminais, onde era responsável por registrar os presos condenados antes que fossem transferidos para os presídios.
“Mas o trabalho ia sempre além”, conta, “e muitas vezes tinha que fotografar também presos políticos, alguns que acabavam de sair das sessões de tortura. Eu não agüentava aquilo, reclamava que minha atribuição não me permitia fazer esse serviço. E quanto mais eu questionava, mais a situação ficava delicada.”
Silvaldo diz que os superiores passaram a fritá-lo por sua atitude questionadora: não podia tirar férias e chegou a ser suspenso. Segundo registro da Polícia Civil ao qual a Folha teve acesso, Silvaldo foi afastado por três dias, nos termos da lei estadual no 207, de 1979, por “descumprimento dos deveres e transgressão disciplinar”. Em agosto, finalmente tirou férias e deixou o Brasil.

A reportagem confirma a barbárie da ditadura militar. Contraditoriamente, ela é publicada pela Folha de S.Paulo, o jornal da famiglia Frias que apoiou entusiasticamente o golpe de 1964, aliou-se ao setor linha dura dos generais, difundiu todas as mentiras dos carrascos e ainda teve a caradura de cunhar a expressão “ditabranda”, em editorial, para se referir a este sombrio período da nossa história.

terça-feira, 13 de março de 2012

Mapa de Paris de 1550

Esse site possibilita a navegação pelas ruas e observar cada detalhe no mapa, vale a pena conferir.

Endereço: http://www.retronaut.co/2011/12/map-of-paris-1550/

Pôsteres do programa espacial soviétco de 1958 à 1963

Endereço de todas as imagens: http://www.retronaut.co/2012/02/soviet-space-propaganda-posters-1958-1963/

domingo, 11 de março de 2012

Historiadores pra quê?

À luz do debate que sacode o campo de história estadunidense sobre a função social dos historiadores, Keila Grinberg contrapõe, em sua coluna de março, as expectativas do graduando em história no Brasil e a realidade que ele encontra depois de formado. A reflexão sugere um novo direcionamento profissional nos cursos de pós-graduação na área.
Por: Keila Grinberg

Leia a matéria na íntegra no link: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/em-tempo/historiadores-pra-que/# 

222 livros sobre a vida e a obra de grandes nomes da cultura brasileira para download

                                Car­los Wil­li­an Lei­te  |  car­loswil­li­an@uol.com.br | @revistabula

A Coleção Aplauso, projeto da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, disponibiliza 222 livros sobre a vida e a obra de grandes nomes da cultura brasileira para download ou leitura on-line. Os livros podem ser baixados nos formatos TXT ou PDF ou lidos no próprio site. Biografias e depoimentos de artistas, cineastas, músicos, dramaturgos, além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de algumas emissoras de televisão como TV Tupi, TV Excelsior e Rede Manchete, estão disponíveis. Fazem parte do acervo nomes como Zezé Motta, Walmor Chagas, Wagner Tiso, Tonico Pereira, Teresa Aguiar, Stênio Garcia, Sônia Oiticica, Sergio Viotti, Sergio Cardoso, Rubens Corrêa, Rogério Duprat, Rosamaria Murtinho, Renato Consorte, Pedro Paulo Rangel, Raul Cortez, Ozualdo Candeias, Paulo Betti, Paulo Hesse, Paulo José, Pedro Jorge de Castro, José Vicente, Marici Salomão, Noemi Marinho, Rodolfo Garcia Vázquez e Samir Yazbek. Na apresentação do projeto, que foi criado em 2009, o professor Hubert Alquéres escreve: “A Coleção Aplauso, concebida pela Imprensa Oficial, tem como atributo principal reabilitar e resgatar a memória da cultura nacional, biografando atores, atrizes e diretores que compõem a cena brasileira nas áreas do cinema, do teatro e da televisão. Em entrevistas e encontros sucessivos foi-se estreitando o contato com todos. Preciosos arquivos de documentos e imagens foram abertos e, na maioria dos casos, deu-se a conhecer o universo que compõe seus cotidianos. A decisão em trazer o relato de cada um para a primeira pessoa permitiu manter o aspecto de tradição oral dos fatos, fazendo com que a memória e toda a sua conotação idiossincrásica aflorasse de maneira coloquial, como se o biografado estivesse falando diretamente ao leitor”. Para acessar: http://bit.ly/yVNxg8