terça-feira, 26 de outubro de 2010

Documentos da Câmara dos Deputados estão disponíveis para pesquisa

O site da Câmara dos Deputados publicou as suas edições antigas e novas do Governo Federal: Diário do Congresso Nacional, Diário da Câmara dos Deputados, Assembléias Nacionais Constituintes e Anais da Câmara dos Deputados. A temporalidade encontra-se disponível da seguinte forma:

-Diários da Câmara dos Deputados: a partir de 16 de novembro de 1890
-Diários do Congresso Nacional: a partir de 1º de agosto de 1953
-Anais da Câmara dos Deputados: 29 de abril de 1826 a 17 de junho de 1974
-Anais e Diários das Assembléias Constituintes: 17 de abril de 1823 a 01 de junho de 1994


Site: http://imagem.camara.gov.br/diarios.asp

Fonte: Café História

Documentos oficiais de todos os estados foram digitalizados


No site Jusbrasil o pesquisador tem acesso, na íntegra, ao conteúdo digitalizado de Diários Oficiais: Diários Oficiais dos Estados, da União, da Justiça, do Supremo Tribunal Federal, do Supremo Superior de Justiça e de todos os tribunais regionais da federação. São milhares de edições, que cobrem praticamente todo o século XX. São espaços oficiais do poder brasileiro no qual foram discutidas centenas de fatos, pessoas e leis que fazem parte da história do Brasil. O JusBrasil auxilia no cumprimento da determinação constitucional de publicidade dos atos oficiais e jurídicos a partir do momento em que permite, com uma simples busca, que qualquer página de sua base de mais de 50 milhões de documentos seja facilmente encontrada, por qualquer cidadão brasileiro.

Site: http://www.jusbrasil.com.br/noticias

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A morte do lendário faraó Tutankamón





O jovem e lendário faraó Tutankamón, que teria morrido misteriosamente há mais de 3 mil anos, faleceu, na verdade, de malária combinada com uma infecção óssea, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira nos Estados Unidos.

Tutankamón morreu tão jovem – aos 19 anos, em 1324 a.C., com apenas nove anos de trono, sem deixar herdeiros – o que levou especialistas a especularem sobre a hipótese de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia, explica Zahi Hawass, responsável pelas antiguidades egípcias no museu do Cairo e principal autor do estudo.

Os pesquisadores se apoiaram em vários métodos, entre eles a radiologia e as análises do DNA para o trabalho, realizado em 16 múmias, com onze delas, incluindo a de Tutankamón, sendo, aparentemente, membros da família real.

O estudo, realizado entre 2007 e 2009, buscava determinar os vínculos de parentesco e de sangue, e a existência de características patológicas hereditárias em Tutankamón. Os mesmos permitiram identificar o pai do faraó, marido da lendária rainha Nefertiti.

“Estes resultados permitem pensar que uma circulação sanguínea insuficiente dos tecidos ósseos, que debilitou e destruiu parte da ossatura, combinada com malária, foi a causa mais provável da morte de Tutankamón”, ocorrida após uma fratura, explica Zahi Hawass, com trabalhos divulgados no jornal da Associação Médica americana (Jama) na edição de 17 de fevereiro.

O diagnóstico pôde ser estabelecido sobretudo graças aos exames genéticos, que revelaram uma série de más-formações na família Tutankamón, como a doença de Kohler, que destrói células óseas.

As análises de DNA também puseram em evidência a presença de três genes vinculados ao parasita Plasmodium falciparum, responsável pela malária em quantro múmias estudadas, entre elas a de Tutankamón.

Tutankamón e seus ancestrais eram pouco conhecidos até a descoberta, em 1992, de sua tumba pelo britânico Howard Carter, que continha um grande tesouro, incluindo uma máscara mortuária em ouro maciço.

O estudo parece abrir as portas a um novo enfoque de investigação em genealogia molecular e paleogenômica do período faraônico, opinam os cientistas.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2010/02/16/farao+tutankamon+morreu+de+malaria+combinada+com+infeccao+ossea+9399533.html

Acervo de Tom Jobim



O maestro Antonio Carlos Jobim não era um homem organizado. Em sua casa, partituras e letras de música viviam espalhadas nas gavetas e, por vezes, desapareciam. Em 1980, sua segunda mulher, Ana Lontra Jobim, decidiu dar um basta nisso. Prevendo que esse material poderia ser precioso no futuro, ela convidou a museó-loga Vera Alencar – a quem o maestro, bem-humorado, passou a chamar de "minha taxidermista" (especialista em empalhar animais) – para organizá-lo. Foi o embrião do Instituto Antonio Carlos Jobim, criado em 2001, sete anos após a morte do maestro. Dirigida pelo primeiro filho de Tom, Paulo Jobim, a instituição se tornou um exemplo raro no país. Em geral, o acervo pessoal de um autor, quando está disponível para consulta, fica restrito a pesquisadores dispostos a se embrenhar em pilhas de papéis velhos, empoeirados e mal organizados. O instituto disponibiliza pela internet para qualquer interessado, quase todo o arquivo privado do maestro. O site recebe 400 visitantes por dia. Agora, o instituto vai finalizar a organização dos últimos documentos que ainda ficaram em poder da família. "A ideia é que todo o acervo, a não ser coisas muito sensíveis, que podem afetar terceiros, esteja disponível on-line", diz Paulo Jobim. São mais de 30 000 documentos de texto, foto, vídeo e áudio. Entre eles, peças deliciosas como as que mostram os rascunhos de músicas ou gravações caseiras no seu velho piano Welmar. O esboço de Wave é um desses tesouros. A canção foi feita em 1967, num hotel de Los Angeles, quando o maestro esperava impaciente a ligação de Frank Sinatra, com quem gravaria um disco naquele ano. Wave nasceu com uma letra em inglês, que começa com o verso "So close your eyes". De volta ao Brasil, Tom pediu ajuda a Chico Buarque para fazer uma letra em português. Mas a parceria não foi adiante. Chico fez apenas o primeiro verso, "Vou te contar", e desapareceu. Tom levou meses para escrevê-la sozinho. Todo esse esforço aparece transcrito no caderno de rascunhos. O maestro começa rabiscando versos duros: "Vou te contar / Das coisas que me trouxe o mar / Da correnteza que era forte / Longe das docas onde o mar vai descansar". Nas páginas seguintes, arrisca novas frases que vão se aproximando do formato final: "Melhor é não ter medo de amar / Melhor sofrer do que ficar sozinha".

Outro rascunho interessante é de Desafinado, escrito no fim da década de 50 em parceria com Newton Mendonça. A versão preliminar é tosca: "Se você insiste em padronizar / Me classificando antimusical / Sou moderno e posso até provar: / Com fita durex / Enrolei meu coração". Mais adiante, Tom anotou a ideia que resultaria em um de seus versos mais famosos ("Fotografei você na minha Rolleiflex"). Algumas canções do acervo permanecem inéditas. Uma delas chama-se João Barandi e foi escrita em dupla com o "bruxo" Lourival de Freitas, amigo e conselheiro de Tom Jobim. A insólita parceria mostra um lado pouco conhecido do maestro. Lourival, que era médium, dizia encarnar o espírito de Nero, o imperador romano, para fazer operações espirituais. Tom chegou a participar de algumas delas tocando músicas que serviam como "anestesia" para os pacientes. Numa fita caseira, com quase uma hora de duração, o maestro canta e dedilha em seu piano a canção, que nunca foi concluída.

Há dois anos, o instituto começou a organizar e digitalizar também o acervo de terceiros. Todos eles amigos do maestro. Em julho, foi finalizada a catalogação dos documentos pessoais de Dorival Caymmi. Antes dele, a instituição já havia digitalizado os do urbanista Lúcio Costa. Ambos estão disponíveis na internet. Agora, o instituto trabalha no acervo de Chico Buarque. Seus arquivos também são recheados de rascunhos, como o de Retrato em Branco e Preto, uma das primeiras parcerias com Tom Jobim, de 1968. Nele, por detrás das rasuras, aparece uma estrofe só reconhecível pela primeira frase: "Pra lhe dizer que isso é pecado / E meu amor tão descuidado / Volta pro seu lado / Pra morrer na escuridão". Na mesma folha, Chico se emenda com os versos que ficaram clássicos: "Eu trago o peito tão marcado / De lembranças do passado / E você sabe a razão".

Site: http://www.jobim.org/acervo/acervodigital.html

fonte: http://veja.abril.com.br/091209/tons-mestre-p-122.shtml


Fundação Joaquim Nabuco


A Fundação Joaquim Nabuco faz parte do Programa de Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, o Núcleo de Digitalização é um dos projetos prioritários da Diretoria de Documentação da Fundação. Está sob a coordenação do Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira e da Coordenação Geral de Informação e Tecnologia. O objetivo do projeto é contribuir para a preservação do acervo documental, facilitando o acesso do público à boa parte do valioso e diversificado patrimônio histórico-cultural da Instituição, além de possibilitar uma melhor integridade física dos documentos originais, uma vez que, dessa forma, o manuseio será cada vez mais restrito.Existem no acervo digitalizado as seguintes coleções: cordéis, obras do Joaquim Nabuco, cartões-postais, rótulos de cigarros, livros, Katarina real e a coleção Francisco Rodrigues com fotografias do século XIX e XX.

Site: http://digitalizacao.fundaj.gov.br/fundaj2/modules/home/index.php

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Como fazíamos sem professor?

Na Pré-História, a tarefa de educar cabia a todos os adultos
por Lívia Lombardo (Revista Aventuras na História)

Desde que a linguagem surgiu, a educação ajuda o homem a garantir a sobrevivência. Ela permite que as habilidades e os conhecimentos adquiridos com a experiência sejam repassados para as gerações seguintes. Mas, por muitos séculos, não existiam professores, e todos os adultos transmitiam informações aos jovens. Isso acontecia de forma oral e espontânea. Com o desenvolvimento da escrita, apareceu a necessidade de que pessoas especializadas garantissem a formação, realizada de formas diferentes, dependendo da cultura local. Esparta, por exemplo, priorizava o treinamento físico. Todo menino tinha um tutor, que exercia a função por amizade e não recebia pelo serviço. Já os atenienses foram os primeiros a cobrar para transmitir seus ensinamentos, inaugurando assim a profissão docente. Para eles, a educação era constituída pela parte física, com professores chamados de kitharistés, e pela intelectual, ministrada pelos paidotribés. Mais tarde, surgiu um outro tipo de cargo, o grammatistés, cuja função era ensinar a ler e a escrever. No século 5 a.C., ganharam espaço os sofistas, educadores ambulantes remunerados. Em Roma, também esses profissionais itinerantes se chamavam retores. Havia ainda os lud magister, professores primários que alfabetizavam os mais pobres. Durante a Idade Média, a educação ficou a cargo da Igreja, que a restringia a membros do clero. A partir do ano 789, todo mosteiro tinha uma escola. Os professores não faziam cursos para ministrar aulas, situação que só mudou a partir do século 19. No Brasil, os jesuítas dominaram o sistema de ensino de 1549 até 1759, quando foram expulsos do país. Ainda no século 18, surgiram os educadores profissionais. Nossa primeira escola de formação de educadores foi fundada no século seguinte, em 1835, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.

Hoje 15 de outubro é comemorado o dia do professor, porém sabemos que as datas comemorativas seguem uma historicidade nem sempre elogiosa, mas assim mesmo deixo minha homenagem de parabenização a todos os professores que lutam TODOS OS DIAS ,por um mundo melhor, com mais oportunidades e justiça para todos.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Famosa foto do Hitler foi provavelmente falsificada



Uma foto de 1914 mostrando um jovem famoso Adolf Hitler no meio da multidão em um comício durante a Primeira Guerra Mundial - que os nazistas mais tarde utilizaram como uma imagem de propaganda - foi provavelmente falsa. O historiador Gerd Krumeich tem estudado a imagem e sua história e concluiu que Hitler era sobreposto para dar credibilidade à imagem do líder nazista como um patriota e um homem do povo, o jornal Die Welt noticiou nesta quinta-feira (07 de out,2010).

(
A foto foi tirada pelo fotógrafo Heinrich Hoffmann em um comício em apoio à guerra contra os aliados na Odeonplatz de Munique, a 2 de agosto de 1914).

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Revista "O Cruzeiro" foi digitalizada



Todo o acervo da revista "O Cruzeiro" foi digitalizado, sua atuação foi pelos anos 20 até meados dos anos setenta, era especializado em biografias de pessoas famosas da recente História do Brasil.De acordo com o editorial do site: “Não são reproduções de páginas de O Cruzeiro. É uma versão on line mesmo. Com atualização semanal, o internauta poderá ver a capa da revista, entrar no sumário, escolher a matéria, ler na íntegra, ver as fotos tratadas... do mesmo jeito que se vê no site de uma revista atual”. Lá, será possível se encantar com a primeira edição, de 1928, e a última, de 1975. Também estão disponíveis as dez primeiras capas e outras curiosidades.

Site: http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/

Chimamanda Adichie: O perigo de uma única história - Parte 2

Chimamanda Adichie: O perigo de uma única história - Parte 1

sábado, 9 de outubro de 2010

Museu virtual do Cartoon

Este é um museu que partilha da atenção que, na cidade do Porto, tem sido dada ao cartoon desde 1997. Insere-se no quadro da Galeria Internacional do Cartoon e visa a divulgação global de um conjunto de referências que assinalam a importância do desenho de humor no mundo. Ainda em fase experimental, este Museu Virtual do Cartoon deve ser visto como um espaço dinâmico que se vai alargando em personagens, temas, galerias, etc., à medida que o tempo flui. Pretende valorizar a linguagem universal do cartoon, numa linha de excelência do humor. Do passado ao presente. E na certeza de que é inextinguível a capacidade humana de rir e fazer rir, mais antiga do que os vestígios deixados nas cavernas pré-históricas.

Site: http://www.cartoonvirtualmuseum.org/i_abertura_f.htm

Museu virtual dos transportes urbanos

Conheça um pouco sobre a história e o desenvolvimento do transporte urbano. É possivel acesar por estados, ver imagens e conhecer um pouco a história do desenvolvimento de cada local.

Site: http://www.museudantu.org.br/principal.asp

Museu Virtual da RTP - Portugal


O Museu Virtual da RTP é uma viagem interativa através da História do cinema, rádio, carros, objetos e muito mais, visite vale a pena!


Site: http://museu.rtp.pt/#/pt/intro

Diário do Comércio inaugura Museu da Corrupção Online


O jornal Diário do Comércio lançou o Museu Virtual da Corrupção, que visa lembrar os escândalos políticos que marcaram a História do país. O Museu foi desenhado pelo arquiteto mineiro Rodrigo de Araújo Moreira e preenchido pelo trabalho de pesquisa da jornalista Kássia Caldeira. O internauta encontrará no Museu a completa relação dos escândalos políticos desde de os anos 1970 e grande parte das ações realizadas pela Polícia Federal (PF) durante os últimos 39 anos. Haverá também uma seção com sugestões de links sobre o tema e outra com publicações recomendadas sobre o assunto.O passeio termina em uma lojinha de souvenires, onde o visitante encontra “lembranças” dos episódios de corrupção como camisetas, algemas, aparelhos de escuta, além, é claro, da conhecida “cueca para o transporte de dólares”, peça íntima que caiu nas graças da opinião pública durante o Mensalão.


Neste período de eleição esse site cumpre um enorme papel, que é o de informar aos brasileiros sobre a história política do nosso país. Lembrem-se que a política não é um circo e que não precisamos eleger mais palhaços para nos representar no picadeiro.

site: http://www.muco.com.br/home.htm


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

DOCUMENTOS DO TRÁFICO TRANSATLÂNTICO ON LINE

A Universidade Emory, de Atlanta /EUA, lançou recentemente banco de dados eletrônico, interativo e gratuito com o nome de Voyages. O arquivo, que se encontra disponível no site , contém cópia de quase 35.000 documentos originais acerca do tráfico transatlântico de escravos entre os séculos XVI e XIX, com listas de navios negreiros e as respectivas regiões de destino, e oferece planejamentos de aulas e outras ferramentas educacionais. As informações estão distribuídas por cinco regiões: Europa, África, América do Norte, Caribe e Brasil, esse último indicado como o país que "dominou" o tráfico de escravos.

Endereço:
http://www.slavevoyages.org/tast/index.faces

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Acervo digital sobre telecomunicações no Brasil


O conteúdo da revista Sino Azul, periódico publicado durante quase sete décadas pela antiga CTB (Companhia Telefônica Brasileira), está sendo disponibilizado para consulta pública na internet. Ao todo, 350 exemplares do título já podem ser acessados em formato digital. A Sino Azul começou a ser editada em 1920, tornando-se pioneira do gênero house-organ (publicação empresarial de circulação interna) no Brasil. Além do desenvolvimento da telefonia no país, a revista noticiou acontecimentos importantes como a Segunda Guerra Mundial, a construção do Cristo Redentor e a inauguração do estádio do Pacaembu. Suas páginas são importantes registros da história das telecomunicações no Brasil no século passado.

Endereço: http://www.colecaosinoazul.org.br/concurso/

sábado, 2 de outubro de 2010

Revista Brasileira de História


REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA - ANPUH
Disponibiliza no seu site todas as suas revistas com temas variados : História, Educação e Interdisciplinaridade; com ênfase em pesquisas sobre as relações entre história e ciências sociais ; diluição de fronteiras; o Enem e a criação da área de humanidades, o lugar da história nas sociedades contemporâneas.

site: http://www.anpuh.org/revistabrasileira/public

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O Jornal do Brasil foi digitalizado - período 1890 a 2010

Depois de 119 anos de vida, muitos dos quais na vanguarda jornalística e na história do próprio país, o Jornal do Brasil deixou de circular em sua versão impressa no último dia 31 de agosto de 2010, conseqüência de anos de dívidas e problemas seguidos de gestão. Mas o Jornal do Brasil está longe de ser apagado da memória. E não, não estamos nos referindo à versão online do jornal, hoje a única existência do que um dia foi o JB, mas sim ao arquivo histórico do jornal, totalmente digitalizado e disponível gratuitamente para a sua consulta. Há alguns meses, está disponível na internet quase toda a coleção do Jornal do Brasil: de 1891 aos dias de hoje. O projeto de digitalização do arquivo histórico do jornal foi executado pelo Google, através de um acordo anunciado ainda no ano de 2008. A parceria levou para a internet mais de 17.608 de edições do jornal.

Site: http://news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwC

Fonte: Café História